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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Ela sabe o que faz

Ela veio do interior para ajudar na casa da senhora que tem uma casa de campo por lá. A mãe da moça, na verdade, é caseira da casa da senhora para quem ela veio trabalhar em Belém. Uma moça bonita, olhos puxados, curvas proporcionais, um bumbum bastante valorizado pelas mini-saias que adora usar. No olhar, a malícia de quem é a muito iniciada na vida sexual, mesmo aos 16 anos. As meninas do prédio para onde ela foi trabalhar não gostaram dela logo de cara. Até cumprimentavam, mas por trás criticavam o cabelo maltratado, as unhas que não eram nem pintadas, e outras coisas "profundas" mais. Mas aos meninos, o olhar dela era diferente, mesmo ela não sendo mais bonita que as meninas do prédio com as quais estavam acostumados. Ela tinha um quê de irresistível.

A moça não tardou a se enturmar com os meninos. Ela dava atenção a todos. Até que um, o mais gaiato, no primeiro dia de conversa entre eles sugeriu, fingindo que era sacanagem, que ele fosse a casa dela no outro dia, quando não tivesse ninguém no apartamento. Ela não disse nada, só sorriu e quase sussurrando disse que seria interessante, já que as manhãs naquele AP são muito chatas. Em seguida, interfonaram para ela subir, e ela foi, se despedindo dando um beijo na bochecha de cada um dos seis meninos, mais ou menos da idade dela.

No dia seguinte, o gaiato não foi à escola. Disse pra mãe que não estava se sentindo bem e que ia ao médico ao invés de ir à aula. A mãe deixou o dinheiro pro taxi, e como tinha uma reunião muito importante, pediu que ligasse para o pai, que morava com outra mulher, para acompanhá-lo. Colou. Ele esperou a mãe sair e logo foi ao apartamento da moça. "Que ótima ideia eu tive", se vangloriava ao apertar a campainha. A moça abriu, deu um daqueles olhares que só ela conseguia naquele prédio. Mas era um olhar diferente, mais vivo. Mais íntimo. Ele entrou, e para sua surpresa, os outros caras da conversa tiveram a mesma idéia. Todos inventaram mentiras para as mães e não foram para a escola, mesmo alguns deles estando às vésperas do vestibular.

Ela disse pra que eles ficassem à vontade, e o gaiato, ao contrário dos outros que já estavam ali a mais tempo e não sabiam nem o que dizer, foi logo dizendo que só foi lá mesmo pra ganhar um beijinho. Os outros, motivados pela atitude do gaiato, foram logo dizendo que se ela beijasse ele, todos deveriam ganhar beijo. Ela, que já não tinha mais saco pra tanta enrolação, disse com a voz um tanto empostada, de quem está nervosa mas segura ao mesmo tempo: "venham cá". Ela então saiu em direção ao quarto dela, e os meninos, mal acreditando no que acontecia, foram atrás dela.

Quando eles entraram no quarto, ela estava lá, deitada na cama. "Quem vai ser o primeiro?". A primeira imagem que veio à cabeça dos meninos, era de que aquilo mais parecia um filme pornô. O gaiato, ao contrário do que se espera, não foi o primeiro. Ele, digamos, ficou com vergonha de expor aos demais seu pênis. Chegou a ensaiar pedir pra que os outros esperassem em outro lugar, mas ficou quieto. Nenhum deles se prontificou, então ela puxou o que achava mais bonito. Ele não sabia muito bem o que fazer, pois, como os demais, era virgem. Ela tirou o pênis dele pra fora, e ele ainda tinha os pelos pubianos ainda intactos, nunca nem se quer uma aparadinha. Ela abriu as pernas, o conduziu para cima dela, beijou a boca dele, que por sinal beijava bem, o que a deixou pronta. Então, ela finalmente se fez penetrar.

O que mais impressionou os outros, nem foi a penetração ao vivo, mas o gemido dela, que não era falso como nos filmes pornôs. Os outros não aguentaram, e a partir da iniciativa do gaiato, começaram a se masturbar. Ela então, pediu pra que revezassem na penetração. Assim fizeram. Ela gemia alto, e o gaiato não conseguiu passar dois dois minutos dentro e gozou logo, deixando ela melada. Ela o tirou de cima, enxugou com a blusa de um deles, e convidou os outros que não demoraram muito mais. Passado o momento de êxtase, todos eles ficaram sem graça. Ela não. Mulher costuma ser mais madura que homens sobre isso.

Infelizmente, as meninas acabaram descobrindo, e como ainda acontece, acabou passando por prostituta por fazer o que elas sempre quiseram fazer mas nunca tiveram coragem, e os meninos, mal bronca levaram pela irresponsabilidade. Ela foi mandada de volta ao interior na mesma semana. Mas antes de ir, numa das noites deu um beijo em cada um dos meninos. As meninas vaiaram, os meninos adoraram. A menina então, a mais livre que já pisou naquele prédio, foi embora logo depois, levando na bagagem poucas lembranças, muita satisfação e nenhum arrependimento.

9 comentários:

Mirella de Oliveira disse...

Mas só podia ser coisa do Eraldo, né? hahahaha

Safada é elogio pra mocinha aí! rsrs

Já que ela gosta tanto assim da coisa e tanto assim de variedade, poderia cobrar, não? Unia o útil ao agradável.

:)

Alline disse...

Ela conseguiu extrair bons momentos da passagem pelo lugar. E com certeza deixou boas lembranças pros meninos.

Eraldo... direto ao ponto. ;)

Beeeeeeeeijo!

Átila Goyaz disse...

Só fico imaginando quantos foram os moleques que tiveram essa sorte! hehehehe
Adorei Eraldo, o texto está 'al dente'.
kiss

Michele P. disse...

Eu torço para que esta orgia seja só ficção...
Por mais exitante que a história seja, não consigo digerir a situação. Parece inconcebível.
Neste caso, morro careta.

I´M SORRY.

Beijos *_*

Por que você faz poema? disse...

E deixando, certamente,
muita saudade.

Flor de Lótus disse...

Oi,Eraldo!Poucas são as mulheres que tem a coragem que essa menina teve de seguir seus instintos e fazer o que achaa certo e ohla que a mulher já conquistou muitoas coisas nesse último século...
Mas ela também foi corajosa né eram 6 ou 7 meninos,kkk.
Beijossss

Lua Nova disse...

"...levando na bagagem poucas lembranças, muita satisfação e nenhum arrependimento."

Essa frase valeu a estória... garotos não resistem aos seus mistérios... garotos nunca dizem não!

Beijokas e uma ótima semana.

Gleidson Gomes disse...

Eita!

Talvez esta mocinha quando crescesse virasse uma personagem do Caio F.

Muito bom, Eraldo!

Simone butterfly disse...

zapeando pela net, deparei-me com esse texto que me chamou bastante atenção, isso que escreveste imfelismente é a mais pura realidade do que escutamos por ai, até mesmo pela vizinhaça! parabéns teu texto é incrivel