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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Aberto para reforma










2 comentários:

Gleidson Gomes disse...

Se for proposital, interessante esse jogo do que se quer dizer com a ausência das palavras.
Mas se é reforma, creio que não se parta do nada, creio que nem quando nascemos somos página em branco.

Marcos Montanhês disse...

Nada nada, Gleidson. Há o título.