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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Puritana

Publicado originalmente em Meus Devaneios

A castidade com que esconde o rosto
e abre as pernas molhadas de amor...
Quem a vê assim corada, jamais irá supor
Que lhe agrada o contato, o gozo, o gosto, a falta de pudor.

O disfarçado recato, se for revelado
enlouquecerá a muitos, tantos deixará atormentado...
Mas, envolta em secretos e ardentes desejos
esconde as entranhas e o seios, a espera de beijos.

Decifrar-lhe o corpo em brasa,
e a sagrada pele nua 
é tarefa para casa
não se pode fazer na rua.

É uma mulher que goza, a puritana.
Basta que saibas decifrar-lhe o corpo, deixá-lo exposto
descobrir-lhe os seios, esconder-lhe o rosto
prostrar-la aos teus pés, ao pé da cama, deixá-la provar o gosto.

8 comentários:

Alisson da Hora disse...

delícia de poema! =)

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Querida amiga

Amar
e se fazer amor,
é o mais delicioso
alimento da vida...

Que os sonhos te envolvam
a vida, sempre...

Eraldo Paulino disse...

PROFUNDO, Pê.

Nem parece que você pensa essas putarias (e dessas que são boas)

Bjs!

Maela disse...

É como ter a chave para o cadeado....

Átila Goyaz disse...

Lindo, recatado; mas vindo de você é quase uma dedada.
hahahhaha
bjus!

Adison César Ferreira disse...

Belo e imputável poema!!
Parabéns!

Marcos Montanhês disse...

Sublime versão daquela velha expressão. Feliz de quem decifra este belo eu poético. :)

Folhetim Cultural disse...

Olá sou Magno Oliveira responsável pelo Blog Folhetim Cultural, convido lhe hoje a conhecer o nosso blog, que tem além de notícias, tem também atrações culturais. Como poesia, contos, crônicas e muito mais...
Conto com sua visita no nosso espaço.

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